Há muitos anos vêm sendo alertada que a tecnologia pode ganhar mais espaço e “roubar” alguns trabalhos manuais. Transformando completamente profissões que já existem. Muitos funcionários que trabalham no chão de fábrica devem sofrer cada vez com a automação e acabarem sendo substituídos, um processo que já vem acontecendo ao longo dos anos.
No setor financeiro, as fintechs ganham espaço, investem pesado em tecnologia, divulgação e vão tirando o espaço das tradicionais instituições bancárias. As grandes vão se adequando e investindo mais em ferramentas tecnológicas e aplicativos, contudo, deixaram as novidades crescerem muito.
As taxas de desemprego continuam a subir, em fevereiro de 2020, logo, antes da Pandemia, o índice era de 11,6% de desempregados, hoje está em 14,4%. Isso mostra que entre fevereiro de 2020 e hoje, houve uma entrada de 7,8 milhões de pessoas na fila do desemprego. Apesar da aceleração econômica e outros sinais de que a economia está melhorando, a perspectiva ainda não é das melhores para essa retomada de empregos.
Alguns setores que prometem ficar aquecidos para o futuro a curto e médio prazo, são:
- Marketing digital e mídias sociais;
- Gestor de infraestrutura;
- Gestores das áreas jurídica, tributária e financeira;
- Profissionais de meio ambiente;
- Profissionais da área da saúde;
- Profissionais de inteligência artificial;
- Profissionais do entretenimento;
Este ano, serão realizados eventos testes. O setor de produção de eventos foi um dos mais afetados e caiu em mais de 94%. Em São Paulo serão realizados o GP de Fórmula 1 em Interlagos, Campus Party, a CCXP (Comic Com Experience) e mais quatro shows no Allianz Parque. São eventos que prometem movimentar o setor. Em 2022, a expectativa é maior, com eventos grandes a serem confirmados, Rock In Rio já está confirmado para o segundo semestre e tudo leva a crer que teremos Carnaval no período tradicional.
Referências:
https://strong.com.br/blog/como-sera-o-mercado-de-trabalho-pos-pandemia/
https://strong.com.br/blog/como-sera-o-mercado-de-trabalho-pos-pandemia/