Segundo o relatório Tendências Globais de Capital Humano, divulgado em 2018 pela Deloitte, 61% das empresas afirmam que programas de bem-estar e benefícios melhoram a produtividade dos funcionários e os resultados financeiros. Ou seja, toda empresa que deseja se manter alinhada às melhores tendências de gestão precisa criar estratégias para que os colaboradores se tornem mais saudáveis e, consequentemente, mais produtivos em suas funções.
Atualmente, com a vida atribulada e inúmeras tarefas dentro e fora do trabalho, os colaboradores ficam cada vez mais cansados e com problemas de saúde. Quando o colaborador mora longe do trabalho, isso é ainda pior, pois o tempo perdido e o desgaste causados no trajeto, seja de transporte público ou de carro são imensuráveis.
Algumas das formas que as empresas encontram para minimizar os riscos e problemas de saúde e proporcionar uma qualidade de vida maior ao colaborador é através da gestão de benefícios que conta com convênio médico, odontológico e de academia, vale-refeição, alimentação e de transporte. Nem sempre todas as empresas contam com esta gama completa de benefícios, mas pelo menos os principais (refeição, alimentação e transporte) geralmente fazem parte.
Quando o colaborador recebe esses benefícios, ele tende a ficar mais saudável porque poderá fazer consultas de rotina com os convênios de saúde, com o de academia ele poderá se exercitar e manter o corpo e mente saudáveis e com os benefícios alimentícios poderá comer melhor, é um ciclo e uma cadeia superimportante para manter o colaborador saudável e feliz. Quanto mais saudável e feliz com a empresa ele tiver, um melhor desempenho no trabalho ele exercerá.
Ao colaborador, sempre fale com os seus superiores ou com o RH sobre eventuais problemas de saúde ou estresses para que se encontre soluções rápidas e eficientes. E para as empresas, nunca enxergue a gestão de benefícios e o melhor tratamento ao colaborador como uma despesa.
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