Antes da pandemia chegar ao Brasil, o número de desempregados já era bem significativo, mais de 11 milhões, segundo dados do IBGE. Isso sem contar os desalentados (que não procuram mais emprego) e os autônomos que não possuem a carteira de trabalho assinada.
Com a pandemia, a situação piorou, teve um momento em que se chegou a quase 15 milhões de desempregados. Hoje a taxa de desemprego está por volta dos 13 milhões.
A economia que vinha ano após ano se deteriorando, foi praticamente destruída por conta da pandemia e as corretas medidas de proteção e prevenção contra o Coronavírus, como o isolamento, fechamento do comércio, cancelamento de atividades e eventos econômicos. Porém, a situação econômica acabou piorando ainda mais.
Entretanto, isso tudo foi necessário em tempos difíceis e quando não se tinha vacinas. Mesmo com todos os protocolos sanitários, milhares de vidas foram perdidas.
Contudo, o brasileiro é um povo extremamente criativo e inventivo. Além das empresas terem colocado seus funcionários para trabalharem de casa, via home office, outra coisa que aconteceu foram os trabalhos informais e autônomos crescerem no Brasil.
Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, divulgada pelo IBGE em setembro, o trabalho por conta própria, como profissionais autônomos, atingiu o número recorde de 24,8 milhões de pessoas no segundo trimestre de 2021.
No início da pandemia, uma área que apareceu forte foram as donas de casa que começaram a costurar máscaras de pano para vender. Hoje em dia, as áreas que estão mais em alta, são: entregadores de alimentos via delivery, motoristas de aplicativo, profissionais da saúde home care, cuidadores de pet e de idosos, desenvolvedores de sites e aplicativos, assistência técnica e de manutenção de aparelhos eletrônicos, professores e especialistas que vendem aulas on-line e trabalhos de freelancers de marketing, publicidade e design.