É difícil mensurar o tamanho do estrago que a pandemia causou na sociedade de modo geral. O que sabemos em números é que são mais de 590 mil mortos e mais de 21 milhões de contaminados no Brasil pela Covid-19, e mais de 219 milhões de casos e quase 5 milhões de óbitos no mundo. São incontáveis famílias atingidas da pior forma possível pelo vírus.
Entretanto, a situação é ainda pior quando nos atentamos para os casos de depressão e ansiedade que aumentaram desde que a pandemia começou, muitos desses números não entram na conta da pandemia, mas estão diretamente ligados a ela. Devido ao fato de as pessoas terem que ficar em casa, isso causou um agravo à saúde mental, tanto entre jovens, como em adultos e idosos.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 264 milhões de pessoas sofrem de depressão em todo o mundo, e um a cada 13 indivíduos manifesta sintomas de ansiedade. Segundo a OMS, antes da pandemia, o Brasil já era o país mais ansioso do mundo e, também, apresentava a maior incidência de depressão da América Latina, impactando cerca de 12 milhões de pessoas.
Entre os jovens, a situação é mais alarmante. Pesquisas revelam que 1 em cada 4 adolescentes em todo o mundo está “experimentando sintomas de depressão clinicamente elevados, enquanto 1 em cada 5 jovens está experimentando sintomas de ansiedade clinicamente elevados”.
Sempre procure ajuda profissional, nos primeiros sintomas que perceber já busque orientação. Além disso, tente dormir e se alimentar bem, pratique esportes e atividades físicas. Procure manter sempre a mente ocupada com bons pensamentos. Compartilhe suas emoções e sentimentos. Tente se rodear de boas pessoas. São situações muito sérias e que surgem no nosso cotidiano. Fique atento.
Observação: números correspondentes às vítimas e casos de Covid-19 retratadas até o dia da matéria.
Referências: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/depressao-e-ansiedade-entre-jovens-dobraram-durante-a-pandemia-revela-pesquisa/